terça-feira, 23 de junho de 2009

Décimo primeiro encontro


No ncontro de hoje houve a socialização do segundo avançando na prática do TP 4. Os professores expuseram as atividades desenvolvidas e falaram dos bons resultados que têm obtido, inclusive do entusiamo dos alunos.
Realizamos o estudo da unidade 18, sobre coerência textual. Iniciamos com uma mensagem em que é comparada a vida com um quebra-cabeças. Posteriormente, reunidos em grupos de 4, os professores montaram um quebra-cabeça que resultava num conceito sobre coerência textual. Comentamos os conceitos e realizamos o estudo da unidadede, acompanhando no data show.Noutro momento, realizamos a aula dois do AAA5 (unidade 18). Recebemos a visita da coordenadora, Márcia, que acompanhou parte do encontro, conversou com os professores e esclareceu dúvidas administrativas. Novamente em grupos, os professores montaram uma história em quadrinhos que estava fora de ordem e sem o texto verbal,colando-os numa folha. Oralmente, criaram uma narrativa para as imagens. Conversamos sobre as diferentes possibilidades de utilizar essa atividade com os alunos. Concluímos o estudo da unidade e observamos algumas propostas de atividades/aulas do AAA5.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Décimo encontro


Iniciamos o estudo do TP5, unidades 17 e 18. Tendo em vista as unidade serem bastante extensas, optei por trabalhar apenas a primeira. Realzamos várias atividades do AAA5 concomitantemente ao estudo do conteúdo da unidade. Para complementar, forneci ao professores o texto "Diferentes estilos", lemos trava-línguas e o texto "A boca", de Carlos Drummond de Andrade. Tambe'm realizamos atividades do TP.



OS DIFERENTES ESTILOS

Parodiando Raymond Queneau, que utiliza um livro inteiro para descrever de todos os modos possíveis um episódio corriqueiro, acontecido em um ônibus de Paris, narra-se aqui, em diversas modalidades de estilo, um fato comum da vida carioca, a saber: o corpo de um homem de quarenta anos presumíveis é encontrado de madrugada pelo vigia de uma construção, à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas, não existindo sinais de morte violenta.
Estilo interjetivo – Um cadáver! Encontrado em plena madrugada! Em pleno bairro de Ipanema! Um homem desconhecido! Coitado! Menos de quarenta anos! Um que morreu quando a cidade acordava! Que pena!
Estilo colorido – Na hora cor-de-rosa da aurora, à margem da cinzenta Lagoa Rodrigo de Freitas, um vigia de cor preta encontrou o cadáver de um homem branco, cabelos louros, olhos azuis, trajando uma calça amarela, casaco pardo, sapato marrom, gravata branca com bolinhas azuis. Para este o destino foi negro.
Estilo antimunicipalista – Quando mais um dia dos sofridos e desmandos nasceu para esta cidade tão mal governada, nas margens imundas, esburacadas e fétidas da Lagoa Rodrigo de Freitas, e em cujos arredores falta água há vários meses, sem falar nas freqüentes mortandades de peixes já famosas, o vigia de uma construção (já permitiram, por debaixo do pano, a ignominiosa elevação de gabarito em Ipanema) encontrou o cadáver de um desgraçado morador desta cidade sem policiamento. Como não podia deixar de ser, o corpo ficou ali entregue às moscas que pululam naquele perigoso foco de epidemias. Até quando?
Estilo reacionário – Os moradores da Lagoa Rodrigo de Freitas tiveram na manhã de hoje o profundo desagrado de deparar com o cadáver de um vagabundo que foi logo escolher para morrer (de bêbado) um dos bairros mais elegantes desta cidade, como se já não bastasse para enfear aquele local uma sórdida favela que nos envergonha aos olhos dos americanos que nos visitam ou que nos dão a honra de residir no Rio.
Estilo então – Então o vigia de uma construção em Ipanema, não tendo sono, saiu então para passeio de madrugada. Encontrou então o cadáver de um homem. Revolveu então procurar um guarda. Então o guarda veio e tomou então as providências necessárias. Aí então eu resolvi te contar isso.
Estilo preciosista – No crepúsculo matutino de hoje, quando fulgia solitária e longínqua a estrela-d’Alva, o atalaia de uma construção civil, que perambulava insone pela orla sinuosa e murmurante de uma lagoa serena, deparou com a atra e lúrida visão de um ignoto ser humano, já eternamente sem o hausto que vivifica.
Estilo Nelson Rodrigues – Usava gravata de bolinhas azuis e morreu!
Estilo sem jeito – Eu queria ter o dom da palavra, o gênio de um rui ou o estro de um Castro Alves, para descrever o que se passou na manhã de hoje. Mas não sei escrever, porque nem todas as pessoas que têm sentimentos são capazes de expressar esse sentimento. Mas eu gostaria de deixar, ainda que sem brilho literário, tudo aquilo que senti. Não sei escrever, mas o leitor poderá perfeitamente imaginas o que foi isso. Triste, muito triste. Ah, se eu soubesse escrever.
Estilo feminino – Imagine você, Tutsi, que ontem eu fui ao Sacha’s, legalíssimo, e dormi tarde. Com o Tony. Pois logo hoje, minha filha, que eu estava exausta e tinha hora marcada no cabeleireiro, e estava também querendo dar uma passada na costureira, acho mesmo que vou fazer aquele plissadinho, como o da Teresa, o Roberto resolveu me telefonar quando eu estava no melhor do meu sono. Mas o que era mesmo que eu queria te contar? Ah, menina, quando eu olhei da janela, vi uma coisa horrível, um homem morto lá na beira da Lagoa. Estou tão nervosa! Logo eu que tenho horror de gente morta!

Fonte: texto adaptado de CAMPOS, Paulo Mendes. Os diferentes estilos. In: BRAGA, Rubem et al. Para gostar de ler. 9. ed. São Paulo: Ática, 1998. v.4.

Nono encontro

Nesse encontro concluímos o estudo da unidade 16, abordando a diferença entre redação e produção de textos. Iniciei solicitando aos professores que redigissemum texto relatando uma lembrança de infância, em primeira pessoa. Após a redação solicitei que lessem seus textos. Em seguida, perguntei como se sentiram diante da atividade solicitada; quais as dificuldades encontradas... Os professores comentaram que sentiram falta de um planejamento da atividade, de mais instruçòes; de que a produção ficou "solta" etc. A partir disso abordamos então a diferença entre a redação e a produção textual. Lemos, também, os textos que eles haviam produzido sobre sua história em relação à escrita. Realizamos as aulas 1 e 7 do AAA4.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Oitavo encontro

02/06 - Estudo das unidades 15 e 16 do TP4. Iniciamos o encontro com a leitura do livro "Admirável mundo louco" de Ruth Rocha, que foi escanado e apresentado no data show. Foram respondidas as questões do TP e comentadas. Os professores acompanharam a leitura de vários trechos dessas unidades e fizeram atividades.
Para o estudo da unidade 16, dividi a turma em dois grupos que foram organizados em duas fileiras de carteiras de frente uma para a outra. O grupo de uma das fileiras recebeu uma etiqueta de cartolina em que constava um trecho do texto referencial ou das seções do TP4. Essa fileira tinha a função de comentar o conteúdo da etiqueta ao colega que estava sentado à sua frente, por alguns minutos. Ao meu sinal, o grupo de ouvintes mudava de lugar e ouvia a explicação de outro colega com a etiqueta. Assim foi feito algumas vezes. Posteriormente, o grupo ouvinte recebeu as targetas e teve de comentar, então para o grande grupo, o conteúdo das mesmas. Posteriormente foram feitas atividades do TP.
Os professores entregaram, nesse dia, as os relatos do Avançando na prática, mas a socializaçào ficou para o próximo encontro.

Sétimo encontro


26/05 - Nesse encontro estudumos a unidade 14.Em vez de estudar a unidade e desenvolver uma oficina, avaliei como positivo fazer as atividades práticas intercaladas com o teórico. Fizemos atividades do TP e ainda a leitura do texto "Ninguém mais escreve cartas", publicado no jornal A Notícia. Após a leitura, em pequenos grupos os cursistas elaboraram um parágrafo ou farse estraindo a ideia principal do texto.Em seguida, cada um elaborou ma carta para um colega. Estas foram distribuídas no grupo. Também forneci aos cursistas textos em códigos, charges e cartuns para análise. Comentamos a importância dos conhecimentos prévios para a interpretaçào desses gêneros textuais.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sexto encontro

19/05 – Fizemos a socialização do Avançando na Prática. Os cursistas têm avaliado como positivas as atividades desenvolvidas, embora haja, em alguns momentos, dificuldades de encaixar as práticas no planejamento já realizado das aulas. Sugeriram fazer um planejamento para o próximo ano prevendo todas as atividades sugeridas no Gestar. Também relataram a dificuldade de trabalhar com muitos alunos em sala (30 em média).Contudo, afirmaram que o material do curso é muito bom e que o estão aproveitando bastante e que seus alunos têm gostado e até mesmo se sentindo valorizados ao saber que as atividades desenvolvidas na aula serão apresentadas à formadora e a outros professores.
Gestores também já manifestaram congratulações pelas atividades que estão sendo feitas nas escolas.
Nesse encontro, por conta dos relatos, só foi possível trabalhar a unidade 13, que foi bem explorada, inclusive com materiais e atividades complementares.

Quinto encontro

12/05 - Oficina – A pedido dos cursistas, o relato de experiências foi adiado para a semana seguinte.
A formadora forneceu ao grupo o conto Presépio, de Carlos Drummond de Andrade na íntegra. Fizemos as atividades sugeridas no AAA3. Em seguida, a turma foi dividida em três partes para descrever: as personagens principais e cidade em que viviam. Depois jogamos perfil – um jogo em que, a partir dedicas, deve-se adivinhar a pessoa, o lugar, a coisa ou o ano que se descreve. Para abordarmos a intertextualidade entre gêneros, a formadora distribuiu aos cursistas um pacotinho com balas coloridas e o texto que constava do TP3. Os cursistas também criaram manchetes a partir de um conjunto de palavras recortadas de revistas e jornais e escolhidas aleatoriamente.

Os grupos também receberam um versinho/quadrinha e a tarefa de declamá-lo utilizando a entonação/ postura de outro gênero textual, como discurso político, declaraçào de amor, previsão do tempo...

Quarto encontro

5/5/09 - Unidades 11 e 12 – Nesse encontro, a partir de uma sugestão dada elos próprios cursistas, três professoras ficaram incumbidas de contribuir coma a explanação do conteúdo. As seções 1, 2 e 3 da unidade 11 foram divididas entre as três, com a interferência, sempre que necessária, da formadora e dos colegas. Para ilustrar o conteúdo foram realizadas atividades como: jogo de descrição, produção de texto preditivo; ilusão de ótica. A unidade 12 foi abordada pela formadora, sempre com a contribuição do grupo. Foram desenvolvidas atividades do TP e lido o texto O campeão de Judô.

Terceiro encontro


28/4 - Oficina – Sendo a temática da oficina os gêneros textuais, ao chegarem à sala, cada professor recebeu uma pequena etiqueta em que estava escrito um gênero textual. Em seguida, os professores formaram grupos pela similaridade de gêneros (gêneros de uma mesma área) e justificaram aos demais qual havia sido o critério para o agrupamento. Conversamos sobre as classificações dos gêneros. Foi um encontro bastante produtivo, em que foram socializadas as experiências do Avançando na Prática, e realizadas diversas atividades. Desenvolvemos a aula 8 do AAA3 e atividades com poemas.

Segundo encontro

O encontro aconteceu em 14/4. Estudamos as unidades 9 e 10. As explanações foram feitas com o recurso do data show, o que facilitou o acompanhamento dos professores. Também utilizamos o TP para a verificação de algumas atividades. Para complementar o tema, utilizamos um slide sobre gêneros textuais e outro sobre a linguagem poética. Os slides complementares foram encaminhados aos professores por e-mail.

Primeiro encontro

O primeiro encontro do Gestar II – rede municipal – ocorreu no dia 7/4. Nele, foi feita a apresentação do programa; distribui-se o material e foi feito seu reconhecimento. Foram destacados alguns pontos do Guia Geral e esclarecemos dúvidas. A coordenadora acompanhou o encontro e pode sanar dúvidas também a respeito da carga horária dos professores, do papel dos gestores entre outras. Compõem o grupo 22 professores, alguns deles professores da rede estadual. Houve também professores estaduais que, por conta da adequação dos horários de aula, optaram por fazer o curso junto ao grupo da rede estadual.
Foi apresentado e o cronograma dos encontros e a temática de cada um e solicitada a leitura das unidades 9 e 10.

Primeiro encontro

O primeiro encontro do Gestar II – rede municipal – ocorreu no dia 7/4. Nele, foi feita a apresentação do programa; distribui-se o material e foi feito seu reconhecimento. Foram destacados alguns pontos do Guia Geral e esclarecemos dúvidas. A coordenadora acompanhou o encontro e pode sanar dúvidas também a respeito da carga horária dos professores, do papel dos gestores entre outras. Compõem o grupo 22 professores, alguns deles professores da rede estadual. Houve também professores estaduais que, por conta da adequação dos horários de aula, optaram por fazer o curso junto ao grupo da rede estadual.
Foi apresentado e o cronograma dos encontros e a temática de cada um e solicitada a leitura das unidades 9 e 10.

Gestar II

Este blog foi criado para registrar as atividades desenvolvidas pelo grupo de formação da Secretaria de Educação da refeitura de Chapecó-SC. São 23 participantes. Os encontros se dão semanalmente às terças-feiras pela manhã, numa sala de aula das Faculdades Celer.